Qual seria o arranjo?

caco

Quem ficaria com o quê? Com a palavra, os golpistas autoproclamados éticos e transparentes.

Nessas eleições vascaínas, o planejamento dos grupos oposicionistas baseou-se em alianças questionáveis, promessas intangíveis e uma só plataforma: eliminar Eurico.

Quatro candidatos largaram na corrida eleitoral cruz-maltina.

A estratégia de atirar pedras na geni vascaína foi novamente adotada pelos fantoches do muv e pelos ex-integrantes da atual administração que, amotinados em busca de vantagens pessoais,  abandonaram a nau em plena navegação.

Eles se agrediram mutuamente. Em seguida, aliaram-se em duplas e aumentaram o tom das agressões. Na reta final, terminaram a prova abraçadinhos e ávidos pelo sucesso do golpe que tramaram contra a instituição Vasco da Gama.

A exemplo do que ocorre na política convencional, negociaram essa aliança.

E daí surge o questionamento natural (que não será feito pela mídia canalha):

Quais foram os termos dessa conveniente e contraditória união?

É imperioso dar publicidade a esse fatiamento do Vasco.

Os candidatos autoproclamados éticos, modernos e transparentes terão de dizer “quem ficaria com o quê”.

Pela sede que demonstraram em voltar ao poder, deu para se ter ideia do que aconteceria com o Vasco caso essa turma vencesse nas urnas.

A família do Dr Pedro Valente, tomou conhecimento que o marketing amarelo usava o nome do patriarca indevidamente em sua campanha e alertou os sócios do Vasco para esse casamento arranjado:

“Temos a convicção de que ele [Pedro Valente] não apoiaria a chapa Sempre Vasco Livre que se costurou no final desse processo eleitoral.”

“A chapa Sempre Vasco, ao tecer uma aliança política com a chapa Vasco Livre, trouxe para dentro de si, com promessa de cargos altamente estratégicos, elementos que jamais contariam com o apoio do nosso saudoso pai.”

“Pacificação é uma coisa, arranjo político é outra.

“A ingratidão, a injustiça, a covardia e o oportunismo, defeitos de caráter desprezados pelo nosso código de valores, infelizmente, foram características marcantes daquela que foi a pior administração da história do Vasco, a famigerada ‘Era Dinamite’.”

“Diante da maldade, da incompetência e da falta de ética de indivíduos que pretendem, desavergonhadamente, voltar a administrar o nosso Clube, se defendeu e derrotou-os [em 2008] de forma inconteste.”

A família Valente deu um mata-leão nessa corja, mas a mídia canalha e histórica inimiga do Vasco fechou os olhos. O alerta, claro, passou batido.

Contra tudo e contra todos sempre, nada surpreende.

Para encerrar, vou me apropriar do histórico direito de resposta assinado por Leonel Brizola, lido por Cid Moreira, no jornal nacional, e adaptá-lo ao momento atual no Club de Regatas Vasco da Gama:

O vascaíno fez o seu julgamento e, na sua consciência lúcida e honrada, separou os dignos e coerentes daqueles que sempre foram servis, gananciosos e interesseiros.

Parabéns aos sócios vascaínos que não se dobraram aos interesses lesa-Vasco dos inimigos históricos e mantiveram Eurico Miranda na presidência cruz-maltina.

Nosso Vascão agradece.

SV! Casaca!

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Eles torcem contra (e não escondem!)

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O netpasto é o portal da bovinada manipulada pela mídia cretina.

Todo vascaíno sabe disso.

Lá tem de tudo, mas esses bovinos estão passando dos limites por causa do ódio a certo dirigente.

Essa raiva é unanimidade entre eles e é comum vê-los colocar o Club em segundo plano.

Vale tudo para tirar o “ditador” do poder.

A imagem acima é um print do comentário feito no artigo Marluci, não induza o torcedor ao erro por uma pessoa dona de um perfil fake que é visto com frequência no e-pasto.

Dá para ver o quanto essa gente covarde ama o Vasco.

Marluci, não induza o torcedor ao erro

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Construir São Januário foi surra moral na corja elitista anti-Vasco / http://www.vasco.com.br

O Vasco é perseguido pela mídia cretina desde a sua fundação.

Qualquer vascaíno que defende minimamente o Club sabe disso.

A campanha vitoriosa dos camisas negras, em 1923, nos faz lembrar muito bem da atuação preconceituosa da elite que mandava no futebol e na sociedade fluminenses.

No ano seguinte, por não tolerarem o Vasco suburbano e multirracial campeão, fundaram uma associação e alijaram o Gigante da Colina da competição “oficial” com o apoio dos canalhas midiáticos.

Inaugurar o Estádio de São Januário, o maior da América, com o suor e o dinheiro de seus próprios sócios, foi uma surra moral na corja anti-Vasco.

Em 1950, o goleiro Barbosa, hexacampeão carioca, sentiu na pele negra todo o peso de defender o clube suburbano mais amado pelo povão. Por anos, foi disseminado um ódio sórdido da mídia canalha contra arqueiros pretos. Claro, por ser do Vasco, a coisa ficou bem mais difícil para o nosso guarda metas.

Pontuado o ódio histórico contra o nosso querido Club, chego ao dia de hoje, quinta-feira, dia 31 de agosto de 2017.

A “jornalista” Marluci Martins publicou “Lista do Vasco tem sócios admitidos em 1900” no forro de gaiola em que trabalha, o jornal Extra. A colunista “informou” no lide de sua matéria:

A lista de sócios do Vasco apreendida pela Justiça tem 5.603 páginas. Entre os aproximadamente 180 mil nomes que nela constam, merecem destaque Joaquim Silva e José Bento de Assis Júnior. São sócios desde janeiro de 1900. Há 117 anos, portanto. Não custa lembrar que o clube foi fundado em 1898.

Noticiando dessa forma, ela deliberadamente convence o vascaíno a pensar que a lista de sócios é a lista de sócios aptos a votar.

Marluci faltou com a verdade, ao ignorar conscientemente a notícia oficial do Club sobre o processo eleitoral. A ata da reunião realizada terça-feira (29/8) que constituiu a Junta Deliberativa visando o processo eleitoral desse ano foi publicada ONTEM no site do Vasco:

 

Com a seletividade proposital da jornalista, fica evidente a perseguição da mesma contra o presidente Eurico Miranda.

Pelo visto, esse povo não pode vir o Vasco em franca reconstrução e é ainda mais revoltante para eles se esse resgate se dá sob a gestão do nefasto homem do charuto. O mesmo dirigente ultrapassado que se opôs com fervor ao plano da Rede Esgoto de extinguir o Club dos 13 para privilegiar financeiramente a dupla fRamerda-Curintia nos contratos de tevê.

Dessa forma, o acossamento deixa de ser institucional como fazem constantemente seus colegas de redação, e passa a ser pessoal.

Nesse caso específico, sessões de psicoterapia são indicadas.

A bebida da oposição

Todo opositor AO VASCO bebe dessa fonte…

muv dinamitou o Vasco agora se apresenta como oposição disfarçada com as cores da bandeira brasileira.

A bovinada adora!

netVasco, ringue do maniqueísmo

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Quando é matéria oficial do Club, netVasco põe veracidade das informações em dúvida. Quando é noticiada denúncia sem provas da imprensa, site crava títulos afirmativos. E aí, editores do netVasco, em qual lado vocês estão? Foto: reprodução da internet

O netVasco é um portal que reúne notícias sobre o Vasco publicadas na internet, listando tudo em sua página inicial. Para a maioria dos internautas, o veículo transmite a ideia de isenção por apenas replicar ali reportagens externas.

Aos mais atentos aos acontecimentos, o argumento é insuficiente. Afinal, o site que afirma não ter “ligação com nenhum grupo político do Club de Regatas Vasco da Gama” edita os títulos das matérias por ele repetidas.

Por mais que seus editores digam o contrário, essa manipulação dos enunciados evidencia a intenção de induzir a opinião dos visitantes, uma vez que a leitura feita pela massa não ultrapassa o título e, quando muito, chega ao final do primeiro parágrafo, denominado “lide” das notícias.

Ora, se a maioria dos visitantes não vai além do título editado e quase a metade não compreende o que acaba de ler, dissemina-se compreensão coletiva manipulada e tendenciosa.

Munidos de informações insuficientes, torcedores de diferentes lugares do país (e do mundo) partem confiantes para debater política vascaína na grande rede e terminam por propagar versões distantes da realidade.

Homens invisíveis

Seus editores parecem não ligar para a autoria dos comentários postados em cada notícia colada em seu domínio. Lavam as mãos e não se responsabilizam pelo que pessoas escondidas em perfis falsos publicam naquele espaço, sendo muito comum fakes disseminarem ódio entre si nas acaloradas discussões.

No jargão popular, os responsáveis pelo site deixam “o couro comer”, transformando o netVasco num coliseu do radicalismo. De um lado, quem odeia Eurico e coloca o Vasco em segundo plano. Do outro, os defensores do Club que apoiam o dirigente.

Já passou da hora do netVasco agir com responsabilidade e dar um basta na guerra virtual incitada e promovida pelos visitantes do website. Parar de editar os títulos das matérias, bloquear comentários de perfis fakes, banir quem não tem identidade e mediar o conteúdo dos comentários são medidas urgentes.

Os editores do netVasco não podem alegar falta de recursos para desempenhar essas tarefas. Basta destinar o que recebem do Google com os anúncios patrocinados para executar a referida faxina digital. Nada mais justo, afinal o portal usa a marca Vasco da Gama para ganhar audiência e faturar com publicidade sem repassar um centavo ao Club.

Saudações Cruzmaltinas!

Casaca!

A três pontos do paraíso

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Com dribles rápidos e objetivos, Paulinho entrou bem. Foto: Nelson Costa/Vasco.com.br

O Vasco perdeu ontem para o são paulo por 1 a 0, em jogo da 15ª rodada do brasileiro, no morumbi e segue na nona posição, com 20 pontos conquistados, a três do G6, zona de classificação para a libertadores.

Diante de um início de jogo tão ruim, parece que o Gigante da Colina entrou em campo, mas deixou o futebol no vestiário. Só isso justifica o atropelo que levamos nos 15 minutos iniciais. Logo de cara, no primeiro minuto, Pratto ficou na cara de Martin Silva para tirar do alcance do goleiro e marcar o único gol da partida, após a defesa cruz-maltina bater cabeça.

Atrás no placar, o time abusou da marcação em linha. A tática descoordenada expôs nossa zaga e deixou nossos zagueiros perdidos. Wellington Nem deitou e rolou nas costas do Paulão. Antes de deixar o campo machucado, aos 19 minutos da primeira etapa, o  atacante tricolor teve duas claras chances de ampliar.

O Vasco equilibrou o jogo ainda no primeiro tempo, acertou a marcação e ocupou espaços com mais intensidade no ataque e mais rapidez na recomposição da defesa. No entanto, não levou perigo à meta do goleiro adversário.

O time veio para a segunda etapa com Guilherme no lugar do Yago. A alteração, de imediato, não surtiu efeito. Com a lesão de Wagner e a entrada de Paulinho, o Vasco manteve a bola na defesa adversária, mas não ameaçava como um leão desdentado.

Bruno Paulista, que fazia boa partida, machucou-se novamente. Em seu lugar entrou Evander. Com a entrada do jovem atacante e o recuo do Escudero, o Vasco passou a chegar com mais gente à frente e passou a comandar as ações no meio de campo, sem deixar espaços. A partir dali, jogamos até o fim do jogo no campo são-paulino.

Tivemos duas boas oportunidades, ambas com a garotada. A primeira num chute cruzado do Paulinho que passou perto da meta do goleiro Renan Ribeiro. A segunda, já nos acréscimos, com Evander: a cabeçada do garoto parou num milagre operado pelo arqueiro adversário.

Em resumo, perdemos a partida por entrar dormindo em campo e tentar adotar uma marcação (em linha) que tem de estar muito bem treinada. Mas a atitude no jogo, principalmente no segundo tempo, depois da entrada dos garotos, indica a maturidade dos atletas dessa geração.

Isso é animador.

O Vasco tem tudo para se dar muito bem com essa transição no futuro próximo. É preciso paciência com eles, claro, mas o Milton Mendes não pode abrir mão dessa safra tão talentosa.

A conclusão que chegamos é a seguinte: MM, deixa a “menozada” brincar!

Bacalhoada – o que valeu no jogo de ontem

  1. A reorganização do time após o gol precoce. Vasco mostrou maturidade – nas primeiras rodadas, em ocasiões semelhantes, a equipe desandou e os adversários passaram o carro
  2. Mais uma vez, a garotada entrou e melhorou a equipe
  3. “Milton Mendes” fez substituições certas e, na última alteração, modificou a forma do Vasco jogar com reorganização das peças em campo, recuando Escudero e tornando o meio mais compacto
  4. Paulinho entrou bem. Partiu para cima, deu mais velocidade à equipe
  5. Guilherme é bola, provou de novo, é peça importante no elenco

Tamancadas – o que temos de melhorar

  1. Marcação em linha, descoordenada, no início da partida. Se vai fazer isso, tem de treinar muito. Mal treinado ou no improviso, vai levar gol
  2. Madson não sabe cruzar
  3. Ramon não sabe cruzar
  4. Não temos batedor de faltas, tem de botar alguém para treinar até morrer

Agora é depenar o Galo fora de casa. Tarefa difícil.

Saudações Cruz-Maltinas!

Casaca!

Hemorragia interna

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Desde o jogo contra o corinthians está em curso a tentativa de inviabilizar o CRVG. O pior inimigo localiza-se dentro de São Januário e quer sufocar nossos cofres, mobilizando inclusive históricos inimigos para atingir esse escuso objetivo.

Em 2017, São Januário mostrou-se um caldeirão a incendiar os times de futebol, profissional e amadores, e, principalmente, importante fonte de renda para o Vasco. Vale reforçar que, nessa edição do campeonato brasileiro, todas as vitórias foram conquistadas com casa cheia e o aproveitamento em nosso território fez a diferença.

Depois de levar os brutamontes do time de futebol americano – que, é bom lembrar, usava o nome do Vasco sem que o Club faturasse um centavo com isso – para as sociais e causar tumulto, os opositores ao Vasco conseguiram o que tanto queriam: caos generalizado, estádio interditado e, por consequência, menos dinheiro em caixa.

O que parecia ruim conseguiu ficar pior e a sangria vai agravar: misteriosa e inexplicavelmente, a ineficiente polícia militar do estado do rio de janeiro alegou que não garante segurança em um estádio fechado e sem público.

Argumento repugnante porque não há evento de grande porte agendado para a data na capital fluminense.

Os reais motivos estão expostos:

É deliberado.

É orquestrado.

Precisam fazer o Vasco sangrar.

Os combalidos cofres do CRVG sem a arrecadação de SJ terão de sustentar os custos com o aluguel do estádio Nilton Santos. Se o valor é alto ou não, não convém agora colocar na mesa, só há a certeza de que tal gasto será danoso para a saúde financeira do Club.

Quem liga?

A horda anti-Eurico só quer saber de se livrar do atual presidente e nada mais. Se isso vai afundar as finanças ou se vai rebaixar o time à segundona, é irrelevante.

O ataque terrorista sofrido sábado pelo Vasco vai muito além do que supõe o gado eletrônico ruminante do netpasto.

Essa gente que não faz e nunca fez absolutamente nada de útil pelo Club é sequer capaz de enxergar o ataque coordenado e sofrido atualmente pelo Gigante da Colina.

Assim como ocorreu nos anos 2000, há um novo sufocamento econômico. A tentativa frustrada de tirar o Vasco do ato trabalhista, em fevereiro desse ano, antecipou a vontade dos opositores ao Club em quebrar o Vasco.

Resistamos! É preciso unir forças enquanto as baterias inimigas estiverem alinhadas contra nós. Toda voz dissonante e inconformada com o mantra anti-Vasco deve se aliar ao CRVG nesse momento crítico.

Lutemos com nossa única arma: informação independente.

Saudações Cruzmaltinas!

Casaca!

O terror dos oportunistas

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MERA COINCIDÊNCIA? — “Deixa a guerra rolar, idoso levando tapa na cara, criança correndo do spray e a porrada comendo.” Eduardo Bruno, apoiador declarado de julio brant em 2014

O Vasco, em campo, perdeu para o flamengo. Resultado que não acontecia há cinco jogos disputados contra o rival em São Januário. Desde os anos 1970 mantivemos a escrita.

Terminada a partida, imediatamente objetos e bombas foram lançados em direção ao gramado, de vários pontos das arquibancadas.

Veio a resposta da pm: desproporcional, covarde e desmedida. O caos tomou conta da Colina e dos arredores do estádio.

A quem interessou o lamentável episódio?

Antes de responder ao questionamento, é pertinente lembrar que em novembro serão realizadas eleições no Vasco.

Não se esqueçam, a corrida eleitoral no CRVG só perde em importância para as eleições presidenciais do país – um ano antes, o pleito toma conta dos principais jornais fluminenses e dos programas televisivos. Nenhum outro clube tem tamanha atenção com tanta antecedência.

Saliento também o modo sorrateiro da oposição atuar. Não têm coragem, agem nos bastidores, às escuras como ratos de esgoto. São os mesmos que, em 2005, comemoraram em uma churrascaria a goleada sofrida para o atlético paranaense.

Em 2013, foram frouxos ao extremo e não defenderam o Club no episódio criminoso de Joinville, diante do furacão, que culminou com o rebaixamento para a série b manchado com sangue de vascaínos que tiveram de se defender de uma emboscada patrocinada pelo clube paranaense.

Em 2017, ainda na terceira rodada do campeonato carioca fizeram chegar às redações, direto das sombras, a informação de que o Club escalara Jean e Gilberto de forma irregular na partida contra o Resende. Claro, como covardes que são, puseram na conta de “dirigentes de clubes pequenos” e cruzaram o dedo para a sabotagem dar certo. Para a infelicidade deles, tiro n’água.

Ainda esse ano, o advogado e os amarelos tentaram derrubar o acordo trabalhista firmado entre o Vasco e o TRT-RJ e, dessa maneira, inviabilizar (ainda mais!) as contas do Club.

Eles querem retornar ao poder, é só o que lhes interessa. Custe o que custar.

Para o espanto de todos, com frequência, em um portal eletrônico muito famoso, o netpasto, vimos os simpatizantes dessa escumalha defenderem novo rebaixamento para a segundona “só para eliminar as chances do Eurico no próximo pleito”.

A coisa é tão doentia que, no início de junho, um eleitor do candidato desempregado amarelo usou as redes sociais para defender atos terroristas semelhantes aos que ocorreram sábado.

Após essas considerações não é difícil fazer as associações necessárias para chegarmos aos “possíveis” responsáveis pela tragédia de sábado.

Exigimos rigor, celeridade e competência nas apurações. É de total interesse do Vasco elucidar o ocorrido, para que os patrocinadores desse ataque terrorista sejam conhecidos e punidos.

Nesse momento não devem ser medidos esforços para colocar na cadeia quem atentou contra as famílias vascaínas e contra o nosso maior patrimônio.

A luta será árdua e temos de tomar muito cuidado. Há inimigos vestidos com nosso uniforme e posicionados atrás da linha de fogo. Ali, desde que os amarelos foram extirpados da presidência, atuam nossos mais perigosos inimigos.

Saudações Cruzmaltinas!

Casaca!

Ódio sobrepõe ao amor

Bovino amarelo, o verdadeiro câncer do Vasco

Bovino amarelo, o verdadeiro câncer do Vasco

Eurico Miranda e o Casaca! venceram as eleições em dezembro de 2014.

Venceram não! Massacraram e humilharam nas URNAS as oposições e aqueles que odeiam o Vasco.

Desde então, a mídia cretina não dá sossego ao Vasco.

Até aí, tudo normal.

É o papel histórico deles: odiarem o clube mais popular do Brasil.

A eterna implicância midiática com o Club aumenta com o dirigente a frente do Gigante da Colina.

O problema é que, diferente de julho de 2008, quando o mandatário mais vitorioso da existência do Machão da Gama deixou a presidência do CRVG, a internet hoje está infestada de torcedores manipulados.

Papagaios a repetir o mantra mentiroso dos que odeiam o Vascão.

O mundo virtual está repleto desses fantoches.

Eles colocam o ódio (da mídia) ao dirigente antes do amor ao Club.

Manipulados, fazem o que antes era papel exclusivo dos inimigos: torcem e apoiam insucessos esportivos do Vasco com o objetivo de atingir o “câncer vascaíno”.

Para eles, a exemplo dos torcedores do São Caetano, somente o futebol profissional importa.

Esquecem dos funcionários, esportes olímpicos e das dependências do Club.

Salários de funcionários em dia para quê? Parque aquático para quê? Ginásio para quê?

São os guardiões do mau agouro, desde que Eurico seja atingido.

Querem a cabeça do presidente porque sentenciaram o rebaixamento do CRVG no campeonato brasileiro antes mesmo de o primeiro turno terminar. Inaceitável!

Os indignados e envergonhadinhos de hoje que querem decapitar Eurico Miranda são os mesmos que apoiaram o rebaixamento deliberado para a segunda divisão em 2008. À ocasião, defenderam a atitude lesa-Vasco como única maneira de reconstruir o Club, supostamente destruído pela Geni vascaína de sempre.

Apresentaram-se como salvadores e dinamite era o macunaíma cruzmaltino.

O resultado dessa canalhice sabemos bem qual foi: destruição da instituição dentro e fora das arenas esportivas.

Terra arrasada.

Estão fazendo a mesma coisa agora, mas a atual gestão está mais calejada e combate essa corja de bate-pronto.

Bateu, levou.

A combinação da experiência do Eurico com a disposição e conhecimento de quem o assessora são ingredientes essenciais para a reconstrução do CRVG.

Eurico não vai sair, acostumem-se com essa ideia.

O Vasco não vai cair, apesar da torcida contrária de vocês.

E o resto é história de golpistas para bovino amarelo dormir.

O respeito voltou. Ponto.

Só rivais, mídia canalha e vascaínos manipulados não enxergam.

Saudações Cruzmaltinas.

Casaca!

A conta do Giovane é do dinamite/MUV

Você gosta de ser enganado pela mídia canalha?

Então, leia o que realmente aconteceu com a dívida do Vasco com o ex-jogador Giovane.

Extraído do site Casaca!:

Mais um calote do MUV e suas consequências

A 13ª Vara Cível do Rio determinou que haja penhora dos R$ 15 milhões de patrocínio que a Caixa Econômica paga ao Vasco.

É que, há 13 anos, o ex-jogador de vôlei Giovane foi contratado para atuar pelo clube, que só pagou alguns meses de salário. Houve até um acordo judicial, segundo o advogado Claudio Daolio, mas o clube carioca não cumpriu.

Cabe recurso.

Fonte: Coluna Ancelmo Gois – O Globo
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Comentários do Casaca!

Em novembro de 2007 o Vasco celebrou acordo com o atleta Giovane Gavio, destacado abaixo, e que pode ser encontrado no processo:

(xi) Na data de 24 de novembro de 2007, as partes chegaram composição amigável, mediante confissão de dívida de R$ 978.060,83 (novecentos e setenta e oito mil, sessenta reais e oitenta e três centavos), a ser paga da seguinte maneira: a) R$ 63.835,00 em duas parcelas em 25 de outubro de 2007 e 25 de novembro de 2007; e b) R$ 900.000,00, em 30 parcelas mensais, fixas e sucessivas, com vencimento a partir de 25 de dezembro de 2007.

*Sendo a última parcela com vencimento em 25 de maio de 2010.

E o Vasco honrou o compromisso:

O CRVG honrou o acordo até setembro de 2008, depois disso... é calote e nada mais!

O CRVG honrou o acordo até setembro de 2008, depois disso… é calote e nada mais!

Mudou a gestão. E aí…

(xii) O Clube não honrou o compromisso assumido, deixando de pagar as parcelas acordadas no mês de setembro de 2008.

(xvii) Desde 30 de agosto de 2011, o Clube vem fazendo irrisórios depósitos mensais – no início de aproximadamente de R$ 3.000,00 (três mil reais) e, atualmente, no valor de R$ 500,00 (quinhentos reais). Segundo informações do depositário judicial, os depósitos totalizaram, até julho de 2013, o montante de R$ 74.568,68 (setenta e quatro mil, quinhentos e sessenta e oito reais e sessenta e oito centavos).

Com efeito, o valor do patrocínio firmado pelo Agravante e a Caixa Econômica Federal é de R$ 15.000.000,00 (quinze milhões de reais) (doc. 01). O débito ora executado alcança o valor de R$ 1.234.996,76 (um milhão, duzentos e trinta e quatro mil, novecentos e noventa e seis reais e setenta e seis centavos), já descontados os valores constritos.

Assim, a penhora pleiteada pelo Agravado e deferida pelo DD. Juízo a quo corresponde a aproximadamente 8% do valor total do patrocínio, representando a única forma de conferir efetividade à execução.

Fonte de Consulta: TJ

Casaca!